A Assembleia Distrital do PSD reuniu em Águeda.
A estrutura local concelhia recebeu, no auditório da Fundação Comendador Almeida Roque, o órgão que reúne representantes dos 19 concelhos do distrito, dirigentes das comissões políticas locais e distrital do partido.
Para além de analisar a revisão dos estatutos do partido, debateu a mais recente crise política e os desafios colocados ao país e ao PSD nas eleições legislativas convocadas para 10 de março de 2024.
Na sessão de boas-vindas usaram da palavra o Presidente do PSD Águeda, Samuel Caetano Vilela, e o Presidente da CM Águeda, Jorge Almeida.
Ambos frisaram o “bom funcionamento” e “excelente articulação” entre executivo municipal e comissão política local.
Emídio Sousa (com áudio), Presidente do PSD Distrital, salientou a “importância do próximo ato eleitoral”, para o país e para o partido, tendo recordado “o conjunto de casos que marcaram a governação socialista” e lembrado a “enorme carga fiscal aplicada no país”.
“38% do PIB do país são impostos e, hoje, num salário bruto de mil e poucos euros, mais de 400 acabam retidos pelo Estado, o que torna praticamente impossível suportar uma renda de 600€ e ainda conseguir atestar o depósito do carro para ir trabalhar, até porque 60% do valor pago pelo combustível também são taxas e impostos.”
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