Instalação de botões de pânico e alargamento da presença da PSP em horários de maior prevalência de casos de violência são medidas em estudo no Hospital Infante D. Pedro para travar a subida dos casos de violência contra profissionais de saúde.
O Centro Hospitalar do Baixo Vouga realiza o primeiro encontro sobre prevenção e combate da violência no setor da saúde e os dados apontam para maior denúncia.
Em Portugal, segundo dado da Direção-Geral da Saúde, em 2022 a violência contra profissionais de saúde cresceu 40% em relação ao ano anterior, tendo sido contabilizados, na Plataforma Notifica (DGS), mais de 1300 casos.
No caso do hospital de Aveiro em 2021 houve 29 casos notificados e 59 em 2022 numa subida exponencial.
Trata-se de casos de violência em que os protagonistas são utentes ou familiares.
E há preocupação quanto a casos de injúrias entre profissionais de saúde.
São diferentes realidades que se misturam em ambiente hospital e que a Coordenadora do gabinete de gestão de risco do Centro Hospitalar do Baixo Vouga associa às tensões da pandemia e ao desgaste das profissões.
Angela Rodrigues, do Ponto Focal do Grupo Operativo Institucional para a Prevenção da Violência no Sector da Saúde, revela que o tema tem vindo a ser seguido com atenção (com áudio)
Margarida França, presidente do conselho de administração do CHBV, assume preocupação e uma atenção especial ao tema no trabalho de gestão (com áudio)
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