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10/01/2023

Ílhavo: Partidos e Movimento admitem processo negocial para acabar com impasse no lixo.



Os partidos com assento na Assembleia Municipal de Ílhavo entendem que há condições para o diálogo e, dessa forma, construir uma solução de consenso que permita aprovar a atualização da taxa de resíduos.

O debate mantido no programa Discurso Direto acentua a necessidade do executivo falar com os partidos uma vez que não dispõe de maioria absoluta e necessita de entendimentos com PSD e PS.

Depois de um discurso em que acusou o presidente da Câmara de Ílhavo de “irresponsabilidade”, Sérgio Lopes, Vereador eleito pelo Partido Socialista, apelou ao diálogo.

Espera que a maioria UPF “abandone os expedientes de conflitualidade em torno do assunto” e “encete o necessário diálogo com os vereadores da Oposição no sentido de se viabilizar um novo tarifário para 2023, o que nunca fez durante este processo”.

Lembra que a primeira proposta do executivo levada ao conhecimento da ERSAR previa um aumento de 3% e que aí nunca foi colocada a questão da perda de receita, utilizada, segundo o PS, como arma na última reunião em que o assunto foi votado (com áudio).

Sérgio Lopes afirma a abertura do PS para o entendimento mostrando-se “disponível” desde que a nova proposta “não impute todo o esforço financeiro aos munícipes, e que determine um plano de emergência para reduzir os custos do sistema de gestão de resíduos, através do aumento acentuado da separação de lixo e correspondente diminuição de resíduos indiferenciados”.

O Chega não vê novidade na gestão da pasta.

Diz que o movimento está a seguir a lei do menor esforço que passa por imputar o custo do sistema ao consumidor.

Sérgio Louro defendeu uma posição mais combativa com a operadora (ERSUC) e espírito de iniciativa aos Municípios para voltarem a ter poder no tratamento dos lixos.

E acentua que o Ílhavo pode inspirar-se em bons exemplos para gerir o sistema com mais eficácia.

Só assim será possível marcar a diferença, considerada o vogal do Chega na Assembleia Municipal (com áudio)

Margarida Alves, do PSD, insistiu na necessidade de repartir o aumento dos custos ou, em alternativa, fasear as subidas da taxa.

Insiste na necessidade de repartir os custos da operação entre a responsabilidade individual e a organização camarária.

Admite que este tipo de dossiês, tal como as questões sociais, não devem ser travados por políticas orçamentais restritivas (com áudio)

Pinto Reis vê sinais positivos na abertura dos partidos para o diálogo.

O representante do movimento “Unir para Fazer” reconhece que o modelo não é o mais justo mas lembra que faz parte das obrigações com o tratamento do lixo.

A fatura vai acabar por pesar a 100% no bolso dos munícipes.

Resta saber se o caminho para a meta é mais rápido ou faseado no tempo.

Pinto Reis admite passos para acabar com o impasse que representaria a manutenção do tarifário e a necessidade da autarquia ir aos cofres para compensar o défice de exploração do sistema (com áudio)

 


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