Águeda aprova as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2023, com viabilização no executivo e na Assembleia Municipal, mas não livra a maioria de críticas, em particular do PS, que reclama mais apoio social.
O Orçamento assume um valor global de despesa e receita de 61.1 milhões de euros.
Obras no Centro de Saúde de Águeda, no Hospital, no Largo da Estação, no Mercado Municipal, a ampliação do Parque Empresarial do Casarão (dotando-o de características inovadoras e de nova geração), a ligação do Parque Empresarial ao IC2 e a segunda fase das obras do sistema de drenagem da cidade estão entre as operações previstas.
O PS diz que não foram implementadas medidas apresentadas pelos vereadores socialistas, deixa crítica à ausência de retoma dos Orçamentos Participativos, fala em falta de atualização da Estratégia de Habitação e crítica o que diz ser o arrastamento de políticas ao longo dos anos.
Outro dos pontos destacados pela oposição é a falta de dados sobre Carta Social e Diagnóstico Social quando faltam poucos dias para a assunção de competências na área social.
José Vidal aproveitou o debate para sugerir a reserva de verbas da derrama para apoiar as famílias mais carenciadas (com áudio)
Da maioria ouviu-se a resposta do autarca de Águeda.
Jorge Almeida diz que com IMI no mínimo e IRS devolvido aos munícipes há indicadores objetivos de apoio social.
Revela só nessas receitas abriu mão de cerca de 5 milhões de euros (com áudio)
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