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21/11/2022

Rafael Vaz deixa liderança da Federação de Associações Juvenis do Distrito de Aveiro.



Rafael Vaz deixa a liderança da Federação de Associações Juvenis do Distrito de Aveiro.

O Presidente da FAJDA, eleito pela primeira vez em 2016 e reeleito em 2019, deixará a liderança desta estrutura no próximo dia 27 de novembro, durante o 16º Encontro de Associações Juvenis do Distrito de Aveiro que se realizará em Oliveira de Azeméis.

O Dirigente Ilhavense, antigo Presidente do Grupo de Jovens “A Tulha” e atual Presidente do Conselho Inter Regional da Federação Nacional das Associações Juvenis deixa assim a estrutura que representa mais de 100 associações juvenis e de carácter juvenil junto dos organismos públicos e privados.

Ao fim de mais de 6 anos na liderança da Federação, o ainda presidente salienta a “honra que sempre o acompanhou enquanto porta voz de um movimento tão relevante e dinâmico na região e no país”.

Reclama como legado a proximidade às associações, o investimento na sede desta federação distrital situada em Arouca, a abertura às associações, o papel reinvindicativo junto do Governo e a presença junto das Autarquias com assento nos Conselhos Municipais de Juventude em vários municípios.

Rafael Vaz, deixa uma palavra de “reconhecimento e gratidão” ao movimento associativo do distrito pelo trabalho que as associações desenvolvem nas suas comunidades, com um “papel fundamental na definição das suas identidades e dinâmicas” e um “profundo agradecimento” a todos os que acompanharam e contribuíram para o “sucesso destes 2 mandatos”.

Salienta ainda a importância de “projetar e reformar o futuro do movimento, defendendo que devem ser limados alguns aspetos da atual lei do associativismo, sob pena de se hipotecar o futuro do movimento associativo juvenil e a sua essência”, considerando que ao nível central e político a “gestão das áreas da juventude e do desporto devem ser repensadas”.

“Este é um trabalho que deve ser feito conjuntamente pelo movimento e pela tutela”.

Acredita ainda que este quadro político é o momento ideal para estudar uma alteração à lei orgânica do Instituto Português do Desporto e Juventude, que permita um reforço da representação das Direções Regionais, um claro e necessário investimento nos recursos humanos deste organismo, em particular nos serviços distritais e, ainda, a requalificação das infraestruturas do IPDJ, tornando-as, como já o foram, “verdadeiros espaços de criação, estudo e desenvolvimento juvenil nos diversos distritos”.

 


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