O movimento independente de cidadãos “Unir para Fazer” assegura que está a cumprir com as metas traçadas para o exercício na liderança da Câmara de Ílhavo e diz que o primeiro ano da eleição não evoca apenas mudança na Câmara Municipal de Ílhavo mas também na oposição.
Pinto Reis, um dos mentores do projeto autárquico, discursou no convívio que assinalou o primeiro ano da eleição e deixou referência a uma conquista que está para lá das fronteiras da nova maioria.
Lembra que é também o primeiro ano das pontes de diálogo entre PSD e PS, alinhados na oposição (com áudio)
Pintos Reis diz que Ílhavo tem uma “coligação negativa” assumida por PSD e PS.
Quanto ao exercício de funções, faz balanço positivo.
Argumenta com as teses catastrofistas que não se confirmaram. Defende um mandato que está a manter o ritmo garantindo que não houve bloqueios ou rotuas.
João Campolargo também discursou para defender o que diz ser trabalho de equipa e de envolvimento de eleitos e funcionários.
A abertura à sociedade civil surge como “conquista” do primeiro ano em que a resposta aos problemas dos cidadãos foi a prioridade.
O autarca lembra a participação dos cidadãos em reuniões de Câmara em números que nunca tinham sido atingidos (com áudio).
Conhecer a “máquina autárquica” e envolver os trabalhadores em processos de decisão são dois pilares de um projeto que anunciou mudança e que os partidos da oposição contestam por não ver qualquer sinal de rotura com o passado.
Campolargo diz que a mudança se faz diariamente em silêncio e de forma consistente (com áudio).
O movimento reuniu na unidade hoteleira onde celebrou a vitória de João Campolargo há um ano.
Ali estiveram autarcas eleitos e apoiantes.
O autarca João Braga que manteve a maioria Unir para Fazer em São Salvador, defende que foi um ano de trabalho dinâmico para cumprir com as promessas eleitorais (com áudio)
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