Críticas ao processo de descentralização em Portugal.
O Movimento Cívico “Unir Para Fazer” realizou as primeiras Jornadas Municipais e os oradores, autarcas eleitos por movimentos independentes, deixaram várias críticas à forma como o Governo tem gerido o processo.
Na mesa redonda sobre “O poder autárquico no âmbito dos processos de Descentralização, Delegação de Competências e Regionalização”, João Campolargo (Presidente da Camara Municipal de Ílhavo), Rui Moreira (Presidente da Câmara Municipal do Porto), Pedro Santana Lopes (Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz) e Flávio Massano (Presidente da Câmara Municipal de Manteigas) vincaram as críticas.
De Santana Lopes ouviram-se referências à gestão do Porto da Figueira, centralizada no Porto de Aveiro.
Santana lamenta que o modelo persista.
Outro dos lamentos foi dirigido à forma como a Associação Nacional de Municípios continua a relacionar-se com o Governo.
Entende que a visão partidária continua a dominar as agendas.
Ainda assim confes
Críticas ao processo de descentralização em Portugal.
O Movimento Cívico “Unir Para Fazer” realizou as primeiras Jornadas Municipais e os oradores, autarcas eleitos por movimentos independentes, deixaram várias críticas à forma como o Governo tem gerido o processo.
Na mesa redonda sobre “O poder autárquico no âmbito dos processos de Descentralização, Delegação de Competências e Regionalização”, João Campolargo (Presidente da Camara Municipal de Ílhavo), Rui Moreira (Presidente da Câmara Municipal do Porto), Pedro Santana Lopes (Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz) e Flávio Massano (Presidente da Câmara Municipal de Manteigas) vincaram as críticas.
De Santana Lopes ouviram-se referências à gestão do Porto da Figueira, centralizada no Porto de Aveiro.
Santana lamenta que o modelo persista.
Outro dos lamentos foi dirigido à forma como a Associação Nacional de Municípios continua a relacionar-se com o Governo.
Entende que a visão partidária continua a dominar as agendas (com áudio)
Já Rui Moreira, do Município do Porto, deixou referências ao centralismo e à “porta giratória” entre Governo, autarquias e administração pública.
O autarca do Porto diz que não se reforma um país que vive “preso” sobre si próprio e sobre agendas de conveniência (com áudio).
Quanto a João Campolargo (Ílhavo) referiu a falta de referências concretas a pacotes financeiros.
O autarca de Ílhavo, em funções há 7 meses, adianta que gostaria de ver os Município unidos na pressão ao Governo para fazer cumprir agendas como a descentralização e os mecanismos financeiros (com áudio).
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