Residentes em São Jacinto estão preocupados com a ausência do ferry para manutenção e reclamam a utilização da lancha Dunas de São Jacinto ao serviço da carreira nas ligações ao Forte da Barra.
Temem pela falta de capacidade de escoamento da população em hora de ponta.
A operação de manutenção obriga a docagem a seco e as travessias ficam em suspenso a partir do dia 2 de março e previsivelmente até ao dia 31 de março serão efetuadas através de lancha.
A escassos dias do ferryboat seguir para manutenção por mais de um mês, a população diz estar à mercê de uma “lancha pequena” que não chega para assegurar as travessias em hora de ponta.
Reclamam o recurso à lancha “Dunas de São Jacinto que foi recuperada recentemente e que tem capacidade para 80 pessoas.
Os focos de preocupação são os horários de maior afluxo para trabalhadores e estudantes, às 7h40, e ao final do dia.
De São Jacinto chegam sinais de preocupação nas viagens que poderão obrigar a desdobramentos para cerca de meia centena de pessoas o que "obrigará a fazer 2 a 3 viagens" e "sem distanciamentos de segurança".
Com o novo ferry elétrico em construção, a autarquia espera ter o problema resolvido.
Até lá e enquanto não chega o novo ferry, nas reparações do antigo ferry, será a lancha a garantir as travessias com as viaturas estacionadas no Forte da Barra.
Populares admitem algum receio por este período.
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