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02/02/2022

Mutualidades alertam para critérios de análise e hierarquização das candidaturas à requalificação de equipamentos sociais.



As mutualidades alertam para critérios de análise e hierarquização das candidaturas à requalificação e alargamento da rede de equipamentos e respostas sociais no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência que condicionam, à partida, o sucesso de alguns projetos.

O alerta foi lançado durante a IV Reunião Anual de Presidentes Mutualistas, realizada pela União das Mutualidades Portuguesas (UMP), na Mealhada, tendo como convidado central o Presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (CNAPRR), António Costa e Silva, que se disponibilizou a suscitar a matéria junto dos decisores.

"O papel da Comissão é estabelecer pontes entre os decisores e os agentes económicos no terreno. Não é fácil. Nós vivemos num país que é profundamente individualista, funcionamos em silos, comunicamos pouco uns com os outros e é isso, muitas vezes, que cerceia e constrange a aplicação dos programas", explicou António Costa e Silva.

No seu entender, haveria vantagens no acesso prévio da CNAPRR aos avisos de candidatura, para com, a experiência das entidades que a integram, neste caso do setor social, suscitar essas preocupações e formatar o Aviso de acordo com aquelas que são as especificidades do terreno.

O Presidente do Conselho de Administração da UMP, Luís Alberto Silva, apelou a que as mutualidades expusessem as dificuldades com que se deparam nas candidaturas, no sentido de as abordar no seio da CNAPRR e dos órgãos de decisão.

O Dirigente considera que o PRR é "uma alavanca para o desenvolvimento e o rejuvenescimento das mutualidades e de muitos projetos", mas "não é uma panaceia" e deixa de fora aspetos importantes como a requalificação de instalações das respostas de saúde e previdência social.

Por outro lado, diz não compreender que "as entidades da economia social não tenham acesso aos mesmos montantes de financiamento, através do PRR, que as demais entidades públicas e privadas, para medidas no âmbito da transição digital e climática".

António Jorge Franco, Presidente da Câmara da Mealhada, anfitrião do evento, participou na sessão de abertura, para realçar o papel do setor social e a importância de que o PRR se reveste para a consolidação das suas respostas à população.

 


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