Terminadas as tomadas de posse de todos os órgãos autárquicos do concelho de Ílhavo, o movimento Unir Para Fazer , refere que "assumiu que, não estando perante projetos prejudiciais para as freguesias, deveria proporcionar um voto de confiança aos autarcas eleitos, respeitando assim a escolha dos eleitores", adiantando que “no último domingo, a apresentação da nossa lista à mesa da Assembleia Municipal pretendia a mesma solidariedade institucional que oferecemos nas juntas de freguesia da Gafanha da Nazaré e na Gafanha da Encarnação, onde os executivos do PSD não tiveram a maioria absoluta. Apesar de desejarmos que a mesma solidariedade acontecesse na Assembleia Municipal, esta não aconteceu. Os restantes partidos não aceitaram participar na nossa lista, por terem a sua própria, razão pela qual a nossa proposta apenas integrou elementos do Unir Para Fazer”, afirma José Pinto Reis, coordenador do Movimento. “Assistimos à convergência entre o PSD e do PS na apresentação de uma lista conjunta, excluindo a participação do Unir Para Fazer. Podemos compreender, e até consideramos salutar, que exista uma partilha dos lugares nas mesas dos órgãos deliberativos, contudo segundo essa lógica não podemos aceitar ser excluídos quando somos o segundo maior grupo municipal”, acrescenta. “No seguimento da nossa conduta durante a campanha eleitoral os votos dos eleitos nas Listas do Unir para Fazer serviram os interesses do município e das freguesias e nunca os interesses ou ambições individuais ou do Movimento. Apesar de tudo, esperamos que seja possível trabalhar conjuntamente com todos os eleitos na construção das melhores soluções para o município, de forma que a atividade do executivo municipal não seja inviabilizada”, concluiu.
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