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13/09/2021

Associação pela Mobilidade revela que meios suaves estão na agenda dos candidatos autárquicos.



A MUBI revela que 39 candidatos em todo o país, candidatos em seis das mais importantes cidades, participaram num questionário desenvolvido pela associação pela mobilidade, e boa parte deixou firmado compromisso em nome da mobilidade ativa.

Deste universo 87% afirmam ser muito importante a redução da utilização do automóvel nos próximos quatro anos em pelo menos 10%, e uma grande maioria diz ser importante que o seu município leve a cabo diversas medidas que conduzam à transferência modal para os modos activos e mais sustentáveis.

Muitos candidatos mostram ainda relutância em defender medidas de desincentivo ao uso do carro, essenciais para a mudança do paradigma da mobilidade, mas percepcionadas como impopulares.

A MUBi enviou um questionário dirigido aos candidatos às presidências de Câmara nos municípios de seis capitais de distrito (Aveiro, Braga, Faro, Lisboa, Porto e Setúbal).

Depois de notas sobre as reuniões com candidatos em Aveiro, não há nota sobre quem respondeu ao inquérito e quem ficou de fora. 

O questionário esteve aberto a respostas entre 9 e 22 de Agosto, e 39 candidatos, nos seis municípios abrangidos, enviaram as suas respostas.

Quase todos, 38, subscreveram o compromisso de apoiar a mobilidade activa durante o mandato autárquico 2021-2025, com o objectivo de melhorar as condições para quem se desloca a pé e de bicicleta e aumentar o número de pessoas que usam esses modos.

Este inquérito verifica que algumas medidas de desincentivo à utilização do automóvel, tais como a redução da oferta de estacionamento, a redução das velocidades, as restrições ao tráfego de atravessamento em zonas residenciais, ou mesmo a tarifação da entrada de automóveis nas cidades, são as questões a que é dada menos importância (46%, 69%, 64% e 5% consideram estas quatro medidas, respectivamente, muito importantes).

Já o aumento da utilização da bicicleta merece referência mais consensual como forma de atingir metas definidas pela Estratégia Nacional para a Mobilidade Activa Ciclável.

Nuro de Matos Carvalho, dirigente da MUBi e coordenador dos trabalhos deste questionário, sublinha que “estamos claramente na fase em que os/as actuais candidatos/as já assimilaram nos seus discursos os temas relacionados com a mobilidade activa e sustentável, mas urge agora passar à fase seguinte que é a de materializar em acções no terreno esse mesmo discurso e ideias”.

 


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