O líder da União Geral de Trabalhadores (UGT) sublinhou esta tarde que o Governo "deve estar atento e actuar", fiscalizando os eventuais encerramentos e despedimentos coletivos nas empresas nacionais. O sindicalista defende a proibição de despedimentos nas unidades empresariais que tenham recebido apoios através do regime de lay-off simplificado, reforçando a ideia de que a Autoridade para as Condições do Trabalho deve fiscalizar o que está a acontecer em Portugal. Carlos Silva falava hoje em Aveiro, em Conferência de Imprensa. A UGT reuniu, esta quarta-feira, em Aveiro, em regime híbrido (presencial e por videoconferência), para apresentar as principais linhas da Política Reivindicativa para 2020-2021. (com áudio)
(em actualização)
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