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30/03/2020

Juntas questiona autarquias sobre medidas de combate à violência doméstica em tempo de pandemia.



O movimento feminista “Juntas” insiste na ação de poderes públicos em defesa da segurança das mulheres no ambiente familiar.

Na resposta à pandemia Covid-19, muitas famílias estão em isolamento social, passando mais tempo confinadas em casa em condições que podem levar à intensificação de fenómenos de violência doméstica.

O fecho das escolas dificulta ainda o acompanhamento de crianças em risco.

O Movimento Feminista de Aveiro defende uma ação decisiva dos serviços públicos na resposta à violência doméstica neste período e enviou uma carta a todas as autarquias do distrito a pedir informações e a solicitar medidas concretas para garantir o combate à violência de género.

A Juntas pretende que se continuem a realizar visitas às famílias sinalizadas reforçando igualmente os contactos telefónicos.

Neste processo é essencial preservar a saúde dos profissionais que devem ser munidos de material de proteção individual.

As entidades públicas devem ainda garantir uma resposta “adequada e suficiente” de acolhimento de emergência e reforçar as campanhas de sensibilização e divulgação.

“A Juntas saúda que o recolhimento domiciliário durante o estado de emergência exclua as deslocações para acolhimento de vítimas de violência doméstica e crianças e jovens em risco. É de facto essencial dar prioridade a essa resposta neste momento difícil”.


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