A sexta greve geral da função pública e a primeira do segundo mandato de António Costa promete afetar escolas, hospitais, transportes públicos e outros setores da administração.
Os trabalhadores do Estado contestam a proposta de aumento salarial de apenas 0,3% para a Administração Pública.
Federação de Sindicatos da Administração Pública (Fesap), Frente Comum (CGTP), Frente Sindical liderada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (UGT), a Fenprof (CGTP), Federação Nacional dos Sindicatos dos Enfermeiros e Federação Nacional dos Médicos aderem ao protesto.
Os sindicatos pressionam o Governo no aumento salarial a poucos dias da votação do Orçamento (6 de Fevereiro).
Escolas e hospitais são as áreas onde se espera maior adesão à greve.
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