A Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga assegura que está de consciência tranquila quanto à constituição de escalas que permitem assegurar o funcionamento das urgências.
Primeira reação de Margarida França às declarações do Bastonário da Ordem dos Médicos na sequência de uma visita ao Centro Hospitalar do Baixo Vouga.
Carlos Cortes afirma-se perplexo com a elaboração de escalas médicas no Hospital Infanta D. Pedro à revelia dos médicos e avisa a direção clínica que tem assento na administração que esse não é um procedimento admissível.
Margarida França responde que o dia-a-dia é feito de constrangimentos e que as opções visam assegurar a melhor resposta aos utentes com sentido de responsabilidade.
Ouvida esta manhã, a presidente do conselho de administração explicou que tem reunião agendada com a direção clínica para decidir as escalas do fim de semana e perceber se urgência cirúrgica e de Ginecologia/Obstetríciase tem condições para funcionar.
E deixou claro que declarações como a do Bastonário não ajudam:
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