Com quase uma semana de comandos sub-regionais a liderar a proteção civil, o responsável da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro diz que, em termos operacionais, pouco mudou.
Mantêm-se os rostos da liderança (comandante e sub-comandante) e a sala de operações continua instalada na antigo Governo Civil.
O novo sistema de proteção civil passa a funcionar numa base sub-regional.
Acabaram, formalmente, no dia 1 de Janeiro os 18 Comandos Distritais de Operações e Socorro e há um total de 23 comandos sub-regionais.
Esta era uma mudança prevista na lei orgânica da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil de 2019.
Acaba-se a lógica distrital que no caso de Aveiro passa a ter centros de poder mais localizados em Aveiro (CIRA), Porto, Coimbra e Tâmega e Sousa (com áudio).
Silvério Regalado, autarca de Vagos que lidera a pasta na CIRA, diz que em termos práticos há uma base de trabalho que se mantém e que não traz alterações (com áudio)
O autarca alerta o Governo para a necessidade de afinações que se prendem com outras áreas de base distrital (GNR e PSP) e alerta para a importância de garantir resposta em serviços como a saúde que são importantes no sistema de socorro (com áudio)
Diário de Aveiro |