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23-03-2005

Secção de Agadão questiona operacionalidade


Bombeiros Voluntários de Águeda

Elementos da Secção de Agadão dos Bombeiros de Águeda, criticam a operacionalidade daquele quartel. Dizem que a secção «está fechada», não entendem porque a funcionária que ali fazia serviço não está lá, e porque não têm lençóis lavados para descansar. A direcção argumenta com a gestão dos recursos, e o comandante prefere lamentar os atrasos de quem está escalado para o serviço A última assembleia geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Águeda, revelou que os problemas que em tempos vieram à tona, a propósito da Secção Serrana situada em Agadão não estão de todo, resolvidos. A reunião tinha como temas da ordem de trabalhos a votação do relatório e contas do exercício de 2004, bem como a Secção de Agadão/Operacionalidade (aprovação da colocação das letras “secção de Agadão” em viaturas). Ambos os pontos da agenda de trabalhos acabaram por ser aprovados por unanimidade, mas isso não invalidou que vários elementos que integram a secção deixassem perceber o descontentamento que ainda reina por aquelas bandas, a propósito da operacionalidade desta estrutura. Considerando que, em termos práticos, «a secção de Agadão está fechada», Francisco Santos, um dos elementos que integra a estrutura, disse não entender porque é que «a funcionária que aqui prestava serviço, deixou de prestar, passando a estar em Águeda», entendendo que, como resultado disso, as viaturas dos bombeiros, quando têm um serviço para prestar naquela zona serrana, «tenham que fazer o dobro dos quilómetros, e aumentando o tempo de resposta». Uma situação a que Joaquim Albano responderia com a necessidade de «gerir da melhor forma os recursos humanos que temos». A esta crítica, Luís Santos, outro dos elementos da secção, juntou outra, questionando qual a razão porque, quando estão de serviço, «não existem lençóis para nos deitarmos e descansar», argumentando que ele próprio já teve que «ir buscar lençóis a casa para poder descansar». De resto, assegurou que, a esta questão, o comandante da corporação de Bombeiros já teria respondido: «durmam vestidos». A direcção da associação disse desconhecer a situação, mas quem não se ficou pelos ajustes foi Jorge Oliveira. Sublinhando que, ele próprio, quando faz serviço no quartel, dorme vestido e sentado, «pronto para acorrer a alguma situação», o comandante diria que «os bombeiros, enquanto elementos ao serviço da comunidade, deviam estar mais preocupados em não chegar atrasados aos serviços para os quais estão escalados, e por vezes não aparecerem mesmo ao serviço». Luís Santos não desarmou e retorquiu: «A forma como o senhor comandante dorme, é consigo; e quanto aos atrasos e faltas aos serviços de escala, julgo que deveria actuar em conformidade, se essas situações acontecem, eu nunca faltei a uma escala de serviço em 15 anos que tenho de serviço prestado nos bombeiros». Outro elemento da secção, Jorge Melo também formulou uma série de perguntas, querendo saber, por exemplo, porque motivo os bombeiros de Águeda não têm um segundo comandante – situação a que o comandante não responderia –; enquanto Francisco Santos pretendia também saber porque é que os carros de uma outra corporação de bombeiros foi impedida de entrar e utilizar o quartel de Águeda. De pronto, Jorge Oliveira respondeu que foi ele próprio a tomar a decisão, explicando que isso aconteceu porque «existem hierarquias que têm que ser respeitadas», entendendo que, neste caso, não foram, ao mesmo tempo que deu conta que, nesta circunstância, foi informado do que se pretendia pela telefonista. Em síntese, considerando-se «esquecidos» aqueles elementos reclamaram uma maior atenção ao quartel de Agadão, deixando assim perceber que as «feridas» entre a secção e a estrutura de comando e direcção dos bombeiros ainda não estão saradas. Liga dos Amigos de Agadão na calha Mesmo a finalizar a reunião, Francisco Santos, um dos cerca de 40 elementos da secção de Agadão, revelou à assembleia que um grupo de pessoas, maioritariamente da freguesia, tem em marcha a criação de uma Liga dos Amigos da Secção de Agadão. «Trata-se de um grupo de pessoas que está interessada em contribuir e ajudar os Bombeiros, no sentido de melhorar a funcionalidade desta secção, e que estará ao dispor para o que for preciso», disse aquele elemento da secção de Agadão. Sem grandes comentários sobre esta matéria, a direcção limitou-se a dizer que todas as ajudas que vão no sentido de contribuir para o melhoramento do serviço prestados pelos bombeiros são bem vindas. António Jorge Pires

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