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NOTÍCIAS |  | | 21-03-2005
| Lamentável e inqualificável
| | Jogo termina com agressões ao árbitro António Inácio |
| | Galitos 88
Daniel Mouro, Nuno Alves (4), Ricardo Brito (10), Gregory Jefferson (35) e Jamal Holden (27) – cinco inicial – David Ferreira (4), Bruno santos (5) e Álvaro Pontes (3)
Treinador: António Barata
Marinhense 79
José Maia (6), Michael Harmon (12), Paulo Penicheiro (20), Rui Monteiro (23) e David Coelho (12) – cinco inicial – Ricardo Gomes (6) e Mário Mendes
Treinador: José Miranda
Pavilhão do Galitos, em Aveiro.
Árbitros: Bruno Alvarinhas e António Inácio.
Oficiais de mesa: Ana Resende, Mara Pinto, Luís Santiago e Nuno Silva.
Por períodos: 1.º 24-21; 2.º 17-19, 3.º 22-22; 4.º 25-17.
Quando nada o fazia prever, o jogo entre Galitos e Marinhense acabou mal. Nos minutos finais da partida, os jogadores do Marinhense, insatisfeitos com as decisões da dupla de arbitragem, exageraram nos protestos, protagonizando cenas impróprias e vergonhosas. Para além das cinco «técnicas» e de uma falta anti-desportiva, tudo se agravou quando o jogador Mário Mendes (apenas trinta segundos em campo), já depois do jogo ter chegado ao fim, agrediu violentamente o árbitro António Inácio, numa atitude irreflectida e sem qualquer tipo de justificação.
Quanto ao jogo, depois de 40 minutos equilibrados, terminou com uma vitória muito difícil do Galitos. A equipa aveirense, sem Hugo Mota (castigado internamente devido a um desentendimento com o seu treinador num treino), ressentiu-se um pouco da ausência do seu habitual «base», mas por outro lado voltou a contar com a preponderância dos dois norte-americanos. Gregory Jefferson (melhor em campo) e Jamal Holden fizeram 62 dos 88 pontos da equipa da «casa» e ganharam 17 dos 26 ressaltos conquistados pelo Galitos.
O Marinhense, com um americano (Michael Harmon) muito modesto, mas com Paulo Penicheiro e Rui Monteiro em destaque, discutiu o resultado quase até final. A boa réplica que conseguiu dar ficou «manchada» pelas cenas inqualificáveis já referidas. Independentemente do trabalho menos positivo dos dois árbitros, o Marinhense não perdeu por causa da arbitragem. A forma escandalosa como terminou o encontro, só pode envergonhar todos aqueles que, frente ao Galitos, representaram o «emblema» do clube da Marinha Grande.
Pedro Neves |
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