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15-03-2005

Bailado D. Quixote no Teatro Aveirense


Mais de 140 bailarinos em palco

Está marcado para o próximo dia 19, no Teatro Aveirense, a estreia do bailado D. Quixote, pela Escola de Bailado de Aveiro. Um espectáculo com a duração aproximada de duas horas e que vai reunir em palco mais de 140 bailarinos, com idades compreendidas entre os 4 e os 20 anos. Desde Outubro do ano passado que a Escola de Bailado de Aveiro está a preparar o seu próximo espectáculo, com estreia marcada para as 21.30 horas do dia 19, no Teatro Aveirense e reposição no dia 20, às 15.30 e 21.30 horas. D. Quixote foi o espectáculo escolhido, não só porque se está a celebrar o quarto centenário da obra de Cervantes, mas também por se tratar de um espectáculo de brande beleza visual e com uma história de amor encantadora. De acordo com Sandra Leite, professora na Escola de Bailado, «os bailarinos tiveram que estudar a história não só no seu conteúdo, mas também no seu enquadramento histórico, aumentando assim a sua cultura geral e o conhecimento de um dos grandes escritores mundiais. Estão envolvidos 141 bailarinos, todos alunos da Escola de Bailado, com as idades a oscilarem entre os 4 e os 20 anos e todos estão igualmente entusiasmados com a ideia de participarem num bailado desta envergadura e para o grande público. De facto, a experiência de dançar num palco como o do Teatro Aveirense e para uma plateia de várias centenas de pessoas constitui outra das mais valias desta iniciativa, «eles vão crescer como bailarinos e até como pessoas», reforçou Sandra Leite. Muita mímica, acção e alegria Relativamente ao bailado escolhido, esta professora garante ser marcado pela alegria, pela acção, jovialidade, musicalidade, cor e muito romance, «tem todos os ingredientes para ser um espectáculo muito agradável em termos estéticos e técnicos», reforçando que o guarda-roupa foi pensado ao pormenor, variando de acordo com os personagens e até os cenários mereceram uma atenção especial, pois foram realizados em grupo pelos próprios alunos, professores e até pais, numa tentativa de envolver o mais possível toda a comunidade da Escola de Bailado. Esta responsável acrescentou ainda tratar-se de um bailado com uma forte componente mímica, o que facilita o seu entendimento pelo público, e cómica também. Pela primeira vez neste tipo de espectáculos da Escola de Bailado de Aveiro, vão participar dois ex-alunos, Ana Capela e Mário Ferreira, já bailarinos profissionais. Uma ideia que Sandra Leite justifica, «achámos que seria interessante para os nossos actuais alunos dançarem ao lado de bailarinos profissionais, com a vantagem de terem sido alunos na Escola de Bailado. Por outro lado, será uma forma interessante de os incentivarmos a seguirem o sonho da dança». Os bilhetes para o espectáculo D. Quixote já estão à venda na Escola de Bailado de Aveiro, entre as 16 e as 19 horas, e no Teatro Aveirense. Uma história de amor Os habitantes da povoação espanhola Barcelona divertem-se na praça principal, dançando. A rapariga mais bonita, Kitri, filha de Lorenzo, estalajadeiro de posses e muito avarento, está apaixonada por Basil, um pobre barbeiro. Lorenzo não concorda com este amor e quer que ela despose Gamache, que é rico e nobre. Enquanto Kitri afasta Gamache do seu caminho, na praça recordam-se cenas de tourada e dança-se descontraidamente. D. Quixote e o seu fiel amigo Sancho Pança chegam, tornando a festa um pouco tensa. D. Quixote, acérrimo defensor do verdadeiro amor, e que continua em busca da sua amada Dulcineia, observa quanto Kitri e Basil se amam, apercebendo-se do seu plano de fuga. Após a fuga dos dois amantes, os ciganos recebem Kitri e Basil, calorosamente, no seu acampamento e todos dançam. Chega D. Quixote que, olhando para os moinhos de vento, vê neles gigantes que querem atacar Dulcineia e tenta atacá-los, caindo e desmaiando. D. Quixote sonha com Kitri, que dança rodeada de figuras que representam a mulher ideal, as Dríades, Dulcineia aparece-lhe. O pai de Kitri e Gamache chegam, perseguindo os enamorados e D. Quixote tenta dar-lhes indicações falsas para ajudar os jovens, mas Sancho Pança ensina-lhes o caminho correcto e Lorenzo e Gamache seguem as indicações de Sancho e entram na taberna. Lá dentro, os amantes em fuga e os seus amigos dançam animadamente. Basil para conseguir o amor de Kitri, fere-se fingidamente, Kitri suplica a D. Quixote que interceda junto do seu pai que, pensando que Basil está moribundo, concorda em dar-lhe a mão de sua filha, para que este morra em paz. O estratagema resultou – Basil ressuscita miraculosamente! Têm lugar os festejos nupciais e D. Quixote parte em busca do seu ideal… a doce Dulcineia. Sandra Simões

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