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NOTÍCIAS |  | | 07-03-2005
| Uma questão de americanos
| | Minhotos vencem com justiça |
| | Galitos 83
Hugo Mota (11), Gregory Jefferson (15), Nuno Alves (6), Ricardo Brito (11) e Jamal Holden (11) – cinco inicial – Daniel Mouro (14) e Álvaro Pontes (15)
Treinador: António Barata
Braga 86
António Costa (16), Damien Green (27), Emerson Manso (13), João Moreira (1) e William Hall (27) – cinco inicial – Leonel Bento, António Dias, Hélder Evangelista e António Pedro (2)
Treinador: José Rodrigues
Pavilhão do Galitos, em Aveiro
Árbitros: Bruno Santos e Pedro Coelho
Oficiais de mesa: Dulce Junqueiro, Ana Silva, Lisbete Simões e Olga Sucena
Por períodos: 25-18; 19-21; 13-19; 26-28
Depois de uma série de cinco vitórias seguidas, o Galitos perdeu em «casa» com o Braga e somou a segunda derrota consecutiva. Independentemente de ter chegado ao intervalo a vencer (44-39), esta foi uma partida que não correu de feição aos aveirenses, terminando com uma vitória justa dos bracarenses. Ficou bem patente a dependência «galinácea» em relação aos seus jogadores estrangeiros, já que Gregory e Jamal, condicionados por jogarem muito tempo com quatro faltas, estiveram muito aquém do que é habitual. Ressentindo-se do dia menos bom dos dois americanos, o Galitos ressentiu-se e não jogou bem, ficando agora, bem mais longe da qualificação para os «play-offs». No lado contrário, aconteceu precisamente o oposto, ou seja, a dupla de americanos, formada por Damien Green e William Hall, só à sua conta, marcou 54 dos 86 pontos, tornando-se decisiva na vitória obtida em Aveiro. O «base» Damien Green só concretizou um «triplo», mas esteve sempre muito sereno na condução do ataque da formação minhota, para além de não ter «tremido» na linha de lance livre em momentos decisivos do encontro. Quanto a William Hall, não entrou bem, mas com o desenrolar do jogo, foi subindo de produção, tornando-se também ele num elemento chave.
O Galitos teve atitude mas faltou-lhe discernimento. O Braga não entrou bem, mas depois de ter passado para a frente, no início do segundo tempo, não mais deixou de comandar o marcador, triunfando com inteira justiça.
Este jogo provou também porque é que o árbitro, Pedro Coelho, conseguiu chegar à Liga. E a razão é simples: por ser filho do «internacional» Tozé Coelho.
Pedro Neves |
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