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05-03-2005

Exutor submarino de S. Jacinto não afecta águas do oceano


Estudos apresentados ontem

A Simria deu ontem a conhecer os resultados da monitorização e avaliação da qualidade ambiental decorrente do exutor de S. Jacinto: Não há impactos negativos na qualidade das águas balneares nem sobre as espécies piscícolas «O impacto do exutor de S. Jacinto nas águas da Ria é positiva e inexistente no mar». Esta foi uma das conclusões do «Plano de Monitorização Ambiental do Emissário Submarino de S. Jacinto», ontem apresentadas pelo administrador delegado da Simria, Fernandes Thomaz. A sessão, que decorreu no cenário da Pousada da Ria, baseou-se nos resultados obtidos através do plano, reportado ao período entre 2000 e 2004 que integra as diversas componentes alvo de avaliação, nomeadamente qualidade da água da zona costeira, praias e Ria, sedimentos, impacto sobre espécies piscícolas e uma simulação em modelo matemático das condições de dispersão da descarga. Fernandes Thomaz apresentou os valores recolhidos pelo estudo realizado sob a égide da Universidade de Aveiro, dos quais inferiu que «não há impactos negativos na qualidade da água balnear, nem influência significativa ao nível sedimentar». «Quer ao nível dos indicadores de poluição fecal, quer na avaliação da ecotoxicidade ou ainda na análise da concentração de micro-poluentes nos recursos de pesca, os valores obtidos não evidenciam diferenças significativas nos aspectos qualitativos», acrescentou ainda o responsável. No que concerne às água da Ria de Aveiro, «empiricamente, já sabíamos que estava muito melhor, mas é claro que ainda subsistem zonas críticas». Mesmo assim, é notória a melhoria ambiental do rio Vouga (troço final), através dos níveis de oxigenação constatados. Do ponto de vista microbiológico, foram detectadas concentrações elevadas em alguns pontos da Ria que actualmente sofrem a influência de descargas de águas residuais que «infelizmente» ainda não entram no Sistema Multimunicipal de Saneamento da Ria de Aveiro É que apesar do grande investimento – 170 milhões de euros – o sistema ainda está a receber entre 50 e 70 por cento da sua capacidade em efluentes domésticos, mas tem como meta chegar aos 90 pontos percentuais ainda este ano. Segundo Fernandes Thomaz, a Simria está a «acumular uma base de dados que se revelará importante para interpretação futura dos resultados associados à evolução do funcionamento do sistema e avaliação do respectivo impacto no meio receptor». Na sessão de ontem, intervieram ainda Cristina Santos, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), Vitor Quintino, da Universidade de Aveiro (UA), Manuel Sobral, do Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR), no painel dedicado aos resultados da monitorização da zona costeira relativamente à qualidade da água, sedimentos e recursos haliêuticos. Margarida Esteves (Simria) e Angela Cunha (UA) abordaram a avaliação da qualidade da água das praias e Ramiro Neves, do Instituto Superior Técnico (IST), e Patrícia Ramos, da Faculdade de Engenharia do Porto (FEUP) abordaram a «Modelação Matemática da Dispersão da Pluma». Luís Ventura

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