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13-01-2019

Percorrer “museu vivo” a dançar é espectáculo para ver e contar



“Histórias por contar” é um percurso dançado num museu. Percurso!? Museu!? Não será um espectáculo? É mesmo num museu? As dúvidas percebem-se. Não é comum ver oito bailarinas dançarem graciosamente, com movimentos promenorizadamente coordenados, num espaço habituado à tranquilidade de um tempo que tem, larga maioria das vezes, o silêncio como companheiro. Ontem, até música houve a acompanhar dois dos cinco momentos de dança oferecidos pelo espectáculo resultante de uma parceria entre o Museu Nacional de Machado de Castro e a Companhia de Dança Flic-Flac.O hall de entrada do museu foi palco da actuação inicial de oito bailarinas (três profissionais e cinco estagiárias), que, deitadas no chão, se expressaram, segundo a coreógrafa Ana Luísa Figueiredo, «como um ser só, sem qualquer história, sem qualquer passado, sem qualquer futuro». A rara beleza do criptopórtico ofereceu a luminosidade necessária para assistir a uma envolvência conjunta entre quem dançou e quem viu. Seguiram-se duas salas: a da escultura e a da pintura. Com expressividade na medida certa, o espectáculo prosseguiu com uma bailarina em cada uma destas salas a dançar num cenário descomunalmente enriquecido por esculturas de terracota e quadros únicos.

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